sexta-feira, 26 de abril de 2013



       
Foto: MUITO A DIZER
Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade. João 16:12, 13
 
O Senhor Jesus tinha verdades preciosas para apresentar aos Seus discípulos, mas não pôde revelá-las até que a mente deles estivesse em condições de compreender o significado daquilo que Ele desejava ensinar. [...]

Embora Cristo tenha revelado coisas grandes e maravilhosas à mente de Seus discípulos, absteve-Se de dizer muitas que não podiam ser compreendidas por eles. Em seu último encontro com os discípulos antes de Sua morte, Ele disse: “Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.” [...] Ideias terrenas, coisas temporais ocupavam um espaço tão grande na mente deles que não conseguiam entender, na época, a natureza elevada e o caráter santo do reino de Cristo, apesar de Ele tê-lo apresentado em termos claros. Devido à interpretação errônea que previamente tinham das profecias, devido aos costumes e às tradições de homens apresentados e impostos pelos sacerdotes, a mente deles havia se tornado confusa e endurecida para a verdade. [...]

Que verdade Jesus reteve pelo fato de eles ainda não estarem prontos para compreender? As verdades mais espirituais e gloriosas a respeito do plano da redenção. As palavras de Cristo, que o Consolador trouxe novamente à mente dos discípulos após Sua ascensão, levaram-nos a refletir com mais cuidado e a orar com mais fervor a fim de que pudessem compreender as palavras do Mestre e proclamá-las ao mundo. Somente o Espírito Santo podia habilitá-los a reconhecer o significado do plano da redenção. As lições de Cristo, enviadas ao mundo por meio do testemunho inspirado dos discípulos, possuem um significado e valor muito além daquele que o leitor casual das Escrituras pode lhes conferir. Cristo procurou tornar claras Suas lições por meio de ilustrações e parábolas. Ele apresentou as verdades bíblicas como um tesouro escondido em um campo que, ao ser descoberto, aquele que o encontra sai e vende tudo o que possui a fim de comprá-lo. Cristo representa as pérolas da verdade não como estando expostas diretamente sobre a superfície, mas enterradas em solo profundo – como tesouros escondidos que devem ser procurados. Devemos cavar para encontrar as preciosas joias da verdade, assim como um homem cava uma mina.

Ao apresentar a verdade aos outros, devemos seguir o exemplo de Jesus (Review and Herald, 14 de outubro de 1890).




MUITO A DIZER
Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade. João 16:12, 13

O Senhor Jesus tinha verdades preciosas para apresentar aos Seus discípulos, mas não pôde revelá-las até que a mente deles estivesse em condições de compreender o significado daquilo que Ele desejava ensinar. [...]

Embora Cristo tenha revelado coisas grandes e maravilhosas à mente de Seus discípulos, absteve-Se de dizer muitas que não podiam ser compreendidas por eles. Em seu último encontro com os discípulos antes de Sua morte, Ele disse: “Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.” [...] Ideias terrenas, coisas temporais ocupavam um espaço tão grande na mente deles que não conseguiam entender, na época, a natureza elevada e o caráter santo do reino de Cristo, apesar de Ele tê-lo apresentado em termos claros. Devido à interpretação errônea que previamente tinham das profecias, devido aos costumes e às tradições de homens apresentados e impostos pelos sacerdotes, a mente deles havia se tornado confusa e endurecida para a verdade. [...]

Que verdade Jesus reteve pelo fato de eles ainda não estarem prontos para compreender? As verdades mais espirituais e gloriosas a respeito do plano da redenção. As palavras de Cristo, que o Consolador trouxe novamente à mente dos discípulos após Sua ascensão, levaram-nos a refletir com mais cuidado e a orar com mais fervor a fim de que pudessem compreender as palavras do Mestre e proclamá-las ao mundo. Somente o Espírito Santo podia habilitá-los a reconhecer o significado do plano da redenção. As lições de Cristo, enviadas ao mundo por meio do testemunho inspirado dos discípulos, possuem um significado e valor muito além daquele que o leitor casual das Escrituras pode lhes conferir. Cristo procurou tornar claras Suas lições por meio de ilustrações e parábolas. Ele apresentou as verdades bíblicas como um tesouro escondido em um campo que, ao ser descoberto, aquele que o encontra sai e vende tudo o que possui a fim de comprá-lo. Cristo representa as pérolas da verdade não como estando expostas diretamente sobre a superfície, mas enterradas em solo profundo – como tesouros escondidos que devem ser procurados. Devemos cavar para encontrar as preciosas joias da verdade, assim como um homem cava uma mina.

Ao apresentar a verdade aos outros, devemos seguir o exemplo de Jesus (Review and Herald, 14 de outubro de 1890).

domingo, 21 de abril de 2013

A Figueira Estéril





A Figueira Estéril

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Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. 2 Timóteo 3:5 (ver Mateus 21:19-21)

O tratamento dado pelo Salvador do mundo à figueira estéril mostra de que forma serão tratados aqueles que apenas têm forma de piedade. [...] Essa árvore representa os judeus, que se recusaram a corresponder ao amor de Cristo. A despeito de todos os privilégios e oportunidades que lhes foram concedidos, eles produziram apenas cardos e espinhos – nenhum fruto para a glória de Deus. A figueira estéril é uma parábola da casa de Israel; uma lição muito impressionante. Ela também é uma lição para os professos seguidores de Cristo em cada era. Percorrendo o tempo, ela fala em linguagem inconfundível aos formalistas e ostentadores de piedade que se mostram ao mundo com alta profissão, mas são totalmente desprovidos da piedade vital que apenas Deus reconhece como fruto. [...]

Assim como a figueira estéril, muitos exibem seus galhos cobertos de folhagem diante do Senhor, orgulhosamente alegando ser o povo que guarda Seus mandamentos, enquanto Aquele que examina o coração os encontra destituídos de fruto. [...]

Aprendemos com o Registro Sagrado que essa árvore estava revestida de folhagem verde, embora em seus galhos não houvesse qualquer cacho redentor de fruto. Note as palavras: “Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder.” A condenação da figueira estéril tem uma aplicação individual aos professos seguidores que manifestam as tendências naturais de um coração não renovado e em sua vida diária contradizem a fé. Eles não representam o caráter de Cristo ao mundo, pois Cristo não está neles.

Nosso Salvador jamais Se afastou do verdadeiro penitente, a despeito do tamanho de sua culpa. Odeia, porém, toda a hipocrisia e vã exibição. [...]

Triste é o destino dos professos seguidores destituídos de frutos, pois o pecador declarado se encontra em uma posição mais favorável aos olhos de Deus. A maldição divina recai sobre a classe que esconde a deformidade de sua vida sob uma forma de piedade. João, o corajoso e destemido reprovador do pecado, que veio preparar o caminho para o primeiro advento de Cristo, assim falou à multidão reunida para ouvi-lo: “Toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo” (Mt 3:10) (Review and Herald, 11 de janeiro de 1881).
A Figueira Estéril 
 
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Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. 2 Timóteo 3:5 (ver Mateus 21:19-21)

O tratamento dado pelo Salvador do mundo à figueira estéril mostra de que forma serão tratados aqueles que apenas têm forma de piedade. [...] Essa árvore representa os judeus, que se recusaram a corresponder ao amor de Cristo. A despeito de todos os privilégios e oportunidades que lhes foram concedidos, eles produziram apenas cardos e espinhos – nenhum fruto para a glória de Deus. A figueira estéril é uma parábola da casa de Israel; uma lição muito impressionante. Ela também é uma lição para os professos seguidores de Cristo em cada era. Percorrendo o tempo, ela fala em linguagem inconfundível aos formalistas e ostentadores de piedade que se mostram ao mundo com alta profissão, mas são totalmente desprovidos da piedade vital que apenas Deus reconhece como fruto. [...]

Assim como a figueira estéril, muitos exibem seus galhos cobertos de folhagem diante do Senhor, orgulhosamente alegando ser o povo que guarda Seus mandamentos, enquanto Aquele que examina o coração os encontra destituídos de fruto. [...]

Aprendemos com o Registro Sagrado que essa árvore estava revestida de folhagem verde, embora em seus galhos não houvesse qualquer cacho redentor de fruto. Note as palavras: “Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder.” A condenação da figueira estéril tem uma aplicação individual aos professos seguidores que manifestam as tendências naturais de um coração não renovado e em sua vida diária contradizem a fé. Eles não representam o caráter de Cristo ao mundo, pois Cristo não está neles.

Nosso Salvador jamais Se afastou do verdadeiro penitente, a despeito do tamanho de sua culpa. Odeia, porém, toda a hipocrisia e vã exibição. [...]

Triste é o destino dos professos seguidores destituídos de frutos, pois o pecador declarado se encontra em uma posição mais favorável aos olhos de Deus. A maldição divina recai sobre a classe que esconde a deformidade de sua vida sob uma forma de piedade. João, o corajoso e destemido reprovador do pecado, que veio preparar o caminho para o primeiro advento de Cristo, assim falou à multidão reunida para ouvi-lo: “Toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo” (Mt 3:10) (Review and Herald, 11 de janeiro de 1881).

sábado, 20 de abril de 2013

Dois Filhos





, 2 de abril



Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Mateus 21:28-31

Na parábola, o filho que se recusou a ir representa o mundo gentílico; e a classe que respondeu “sim, senhor” representa os fariseus. Cristo havia acabado de purificar o templo da presença daqueles que o maculavam com o tráfico proibido. A divindade irradiou através da humanidade e os seres humanos viram a glória e o poder de Deus se manifestarem diante de seus olhos. [...] Ao Se dirigir Jesus para Jerusalém, a multidão cobriu o chão com as vestes, espalhou ramos de palmeira pelo caminho e entoou louvores a Ele, cantando: “Hosana ao Filho de Davi!” Apesar de a multidão jubilosa não ousar dar continuidade às aclamações até alcançar o portão do templo, por temor dos sacerdotes e líderes, as crianças retomaram o cântico e renderam louvores a Deus no templo, entoando: “Hosana ao Filho de Davi!” [...]

O povo gentio aceitou a verdade, mas aqueles que possuíam tão grande luz e privilégios maravilhosos, aqueles que receberam bênçãos espirituais e também temporais recusaram a mensagem de salvação. Professavam ser o povo de Deus. Diziam: “Sim, senhor”, mas fracassaram em fazer a vontade do Pai. [...]

No instante em que o convite celestial alcançou seus ouvidos, sua resposta foi: “Sim, Senhor, eu creio na verdade”? Mas, pelas ações da sua vida, você demonstrou descrer? Abrigou você a verdade em seu coração? Permitiu que o poder transformador dela tomasse posse de seu ser? Foi a graça santificadora introduzida em seu caráter? Como você se encontra? […]

É o privilégio de todos dizer: “Executarei as ordens de meu Capitão palavra por palavra, estando ou não em harmonia com a minha vontade.” [...] Direi: “Quais são as minhas ordens? Qual é o meu dever? O que diz o Mestre para mim? […] Qual é a minha situação diante de Deus?” Assim que estabelecemos uma relação correta com Deus, devemos entender nosso dever e executá-lo; no entanto, não devemos pensar que nossas boas ações nos habilitam para a salvação. [...]

A questão não é como você subsistirá no dia de angústia ou em alguma ocasião futura, e sim: Como está seu coração hoje? Você vai trabalhar hoje?                                                                                                (Review and Herald, 9 de abril de 1889

quinta-feira, 18 de abril de 2013

   A Grande Ceia 

   Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos.
À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado. Lucas 14:16, 17 (ver versos 16-24) Essa parábola representa apropriadamente a condição de muitos que professam crer na verdade presente. O Senhor lhes mandou um convite para a ceia que lhes preparou com grande custo; os interesses mundanos, porém, para eles se aparentam ser de maior importância que o tesouro celestial. São convidados a tomar parte em coisas de valor eterno, mas sua fazenda, o gado e os interesses domésticos lhes parecem de tão maior importância do que o atender ao convite celestial que sobrepujam a toda atração divina, e essas coisas terrestres são apresentadas como desculpas por sua desobediência à ordem celestial: “Vinde, que já tudo está preparado” (Lc 14:17). [...] As próprias bênçãos dadas por Deus a essas pessoas para prová-las, para ver se dão “a Deus o que é de Deus” (Mt 22:21), empregam elas como desculpa para não obedecer às reivindicações da verdade. Abraçaram seu tesouro terrestre e dizem: “Preciso cuidar destas coisas; não posso negligenciar as coisas desta vida; elas são minhas.” Assim, o coração dessas pessoas se tem tornado tão insensível à impressão como o solo batido das estradas. [...] O coração dessas pessoas está tão coberto de espinhos e cheio dos cuidados desta vida que as coisas celestiais não conseguem encontrar nele lugar. Jesus convida os cansados e oprimidos, prometendo-lhes descanso se forem ter com Ele. [...] Ele quer que ponham de lado os pesados fardos do cuidado e da perplexidade mundanos e tomem Seu jugo que é abnegação e sacrifício pelos outros. Esse fardo será leve. Os que se recusam a aceitar o alívio que Cristo lhes oferece e continuam a levar o mortificante jugo do egoísmo, sobrecarregando a mente em extremo com projetos, a fim de acumular dinheiro para satisfações egoístas, não experimentaram a paz e o descanso que se encontram em levar o jugo de Cristo e em carregar os fardos da abnegação e da desinteressada beneficência levados por Cristo em seu favor. [...] Pessoas por quem Cristo morreu poderiam ser salvas por seus esforços pessoais e um piedoso exemplo. [...] A preciosa luz, no entanto, é ocultada sob o alqueire e não ilumina os que estão na casa (Review and Herald, 25 de agosto de 1874).

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Viver uma vida cristã

Viver uma vida cristã A exemplo de Jesus Cristo, a humildade no servir "Se me amais, observareis meus mandamentos: "amais-vos uns aos outros" Viver uma vida cristã : "Tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração porque Ele é encontrado pelos que não o tentam e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; com efeito, os de pensamentos tortuosos afastam de Deus" (Sab. 1). Aos mais velhos- "sejam sóbrios e respeitáveis, sensatos, fortes na fé, na caridade e na perseverança e exemplo de dignidade aos mais novos, no seu proceder. Procedei com sabedoria no trato com todos. As mulheres -"igualmente, devem proceder como convém a pessoas santas: não sejam maldizentes, nem intemperantes, mas sejam capazes de bons conselhos, de sorte que as recém casadas aprendam com elas amar seus maridos e filhos, fiéis a seus esposos, amáveis, a fim de que a palavra de Deus não seja desrespeitada. Tudo que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis, como recompensa, a herança, das mãos do Senhor. Aos jovens - "exorto igualmente para que em tudo sejam criteriosos. Sê tu mesmo modelo de bom comportamento, de boas obras, íntegros e grave na expressão da verdade, exprimindo-te numa linguagem digna e irrepreensível, para que o adversário, nada tendo que dizer fique envergonhado. No trabalho, devem ser submissos aos seus superiores, dando-lhes motivos de alegria, não sendo teimosos, jamais furtando, ao contrário, dando prova de inteira fidelidade, honrando, assim, em tudo a doutrina de Deus, nosso Salvador. "Servi a Cristo, Senhor. Quem cometer injustiça, pagará pelo que fez injustamente, e não haverá distinção de pessoas." Contra as discórdias - "Não faleis mal uns dos outros para que não sejais julgados. Aquele que fala mal de um irmão ou julga o seu irmão, fala mal da Lei e julga a Lei. Ora, se julgas a Lei já não praticas a Lei. Que cada um esteja pronto para ouvir, mas lento para falar e lento para encolerizar-se; pois a cólera do homem não é capaz de cumprir a justiça de Deus". Deixai de lado a inveja, a ira, a animosidade, maledicência, maldade, palavras torpes de vossa boca, nem enganeis uns aos outros. Deixai também a devassidão, as impurezas, os maus desejos, a cobiça, que é uma idolatria. Dessas coisas provém a ira de Deus sobre os descrentes. "Acautelai-vos, pois, de de queixar-vos inutilmente, evitai que vossa língua se entregue à crítica, porque até mesmo uma palavra secreta não ficará sem castigo, e a boca que acusa com injustiça arrasta a alma à morte" (Sab 11). A graça de Deus se manifestou para a salvação de todos homens. "Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com auto domínio, justiça e piedade, aguardando nossa bendita esperança, a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo por nós, para remir-nos de toda iniquidade, e para purificar um povo que lhe pertence, zeloso pelas belas obras" (Tt 2, 11-14). Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humanidade, doçura e paciência. Deveres do cristão em geral -"lembro-vos que devem ser submissos aos magistrados e às autoridades e estejam prontos para qualquer trabalho honesto, não devem difamar ninguém, sejam pacíficos, cavalheiros e delicados para com todos". Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. Contra a intemperança na linguagem - "Não queirais todos ser mestres, pois sabeis que estamos sujeitos a mais severo julgamento, porque todos tropeçamos frequentemente. Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom comportamento suas obras repassadas de docilidade e sabedoria. Pois, a sabedoria que vem do alto é, antes de tudo pura pacífica, indulgente conciliadora,cheia de misericórdia e de bons frutos, isenta de parcialidade e de hipocrisia. Um fruto de justiça é semeado pacificamente para aqueles que promovem a paz". Exortação final: "Sofre alguém um contratempo? Recorra a oração. Está alguém alegre, cante. Alguém dentre vós está doente? Mande chamar o presbítero da Igreja para que orem sobre ele, ungindo com o óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se este tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados. Confessai uns aos outros vossos pecados e orai uns pelos outros, para que sejais curados. A oração fervorosa do justo tem grande poder". Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ação de graças. Reflexão:A vida cristã é uma vida de amor."Tornai-vos praticantes da Palavra e não simples ouvintes, enganando a vós mesmos! Aquele que ouve a Palavra e não a pratica assemelha-se ao homem que observando seu rosto no espelho, se limita a observar-se e vai-se embora, esquecendo-se logo da sua aparência. Mas aquele que ouve a Palavra e pratica o que ela ordena, perseverando; esse é bem aventurado no que faz " (Tg 2,22-a 25). Fonte: As Escrituras Sagradas- Atos dos Apóstolos. imagem: Jesus, exemplo de humildade Postado por Ana Célia às 08:19